Em busca de R$ 200 mil, bandidos fazem quatro pessoas reféns no Jardim Centenário

Uma família foi feita refém por quatro bandidos armados, que supostamente procuravam um cofre com R$ 200 mil, que um funcionário do comércio das vítimas havia dito que teria na casa, no Jardim Centenário, em Campo Grande. O caso aconteceu na noite de ontem (12).

Segundo informações do boletim de ocorrência, ao chegar em casa, por volta de 19h, o empresário, de 36 anos, foi rendido e agredido, antes de ser feito refém pelos criminosos. Cerca de meia hora depois, sua esposa, de 27, chegou na residência e também foi rendida.

Eles procuravam um cofre que estaria com R$ 200 mil, que um funcionário, do estabelecimento que o casal mantém, havia dito que teria na casa. A sobrinha, de 20 anos, e o namorado, de 26, também chegaram no local e foram feitos reféns.

O empresário foi agredido para que revelasse a localização do cofre, que a vítima dizia não existir. Após desistirem do plano inicial, os autores começaram a separar objetos de valor da residência, como roupas, bebidas e eletroeletrônicos.

Devidos a quantidade de objetos roubados, os bandidos precisaram sair em dois veículos que estavam na garagem, um Land Rover Evoque e um Fiat 500. Além disso, eles queriam sequestrar o empresário como garantia que as vítimas não iriam chamar a polícia, mas como ele estava machucado, a esposa se ofereceu para ir no lugar dele.

A mando do grupo, a mulher dirigiu até uma lavoura de milho, na BR-060, seguindo um Volkswagen Gol, que já estava eles. Ela aguardou por volta de 1h20 com um dos suspeitos no local, até que ele cansou de esperar os outros e pediu para ela deixá-lo na rua Thyrson de Almeida, com a Campeste, onde desceu do veículo.

A mulher voltou para a casa e procurou a polícia. Enquanto registrava o boletim de ocorrência, o veículo Land Rover roubado foi abandonado em frente a casa das vítimas. Ela disse que os criminosos usavam rádios de comunicação.

O caso foi registrado na Delegacia de Pronto Atendimento.


Crédito imagem: Divulgação

Crédito matéria: FÁBIO ORUÊ